sábado, 10 de marzo de 2012

PCE-SR.- MUJER FUERZA PODEROSA DE LA REVOLUCIÓN

(Afiche publicado por el Partido Comunista del Ecuador Sol Rojo en conmemoración al día internacional de la MUJER TRABAJADORA)

MEPR.- A Greve dos Professores do Estado de Goiás Continua!




Mais de um mês de Greve dos professores da Rede Estadual de ensino deram provas de disposição à luta como há muito tempo não se via. A formação do grupo Mobilização dos Professores de Goiás foi imprescindível para os êxitos da categoria diante repressão do governo. O Mobilização dos Professores de Goiás surge a partir da necessidade de contrapor o oportunismo histórico do sindicato – SINTEGO controlado a mãos de ferro pelo PT.

Durante o período de Greve os professores têm sofrido repressão de todas s formas, com corte ponto, truculência policial, ataques difamatórios na imprensa, aos quais têm respondido com muita firmeza na luta.

Muitas manifestações: passeatas pararam as principais vias da cidade; carreatas; colégios paralisados; os estudantes de várias escolas chamaram os professores à greve; perseguição da agenda do governador e do secretário de educação.

Direito para quem?

A sociedade goiana a cada dia apóia mais o movimento grevista e entende a necessidade de lutar por uma educação de qualidade.

Diante desse apoio foi impossível ao judiciário continuar arbitrando a greve como ilegal. Após decisão liminar dando a greve como ilegal, foi reformada pelo TJ reconhecendo a legalidade da greve, apesar do acórdão hora nenhuma escrever isto com clareza.

Mesmo com a declaração do judiciário os professores tiveram seu ponto cortado e estão sendo ameaçados de exoneração. Tal situação só demonstra que o direito greve, conquistado por nosso povo com muito suor e sangue em séculos de luta, não é respeitado pelo Estado opressor.





Organização, propaganda e combatividade.

Depois dessas semanas de luta os professores foram entendendo que é preciso ir mais a fundo no seu movimento, é preciso enfrentar mais, formar a consciência política da base e, principalmente, ser mais radical, para efetivamente tencionar o governo a voltar atrás nos seus intentos.

Por isso, o Mobilização dos Professores de Goiás tem perseguido e denunciado o governador Marconi Perillo, o secretário de educação Thiago Peixoto e todos os deputados que votaram a favor do governo.

As últimas três sessões na Assembléia Legislativa aconteceram sob gritos constantes dos professores que deixaram os deputados encolerizados. Em vários eventos, as tais “solenidades”, que os governantes e poderosos fazem para se confraternizar foram marcadas pela presença de professores com faixas, cartazes e palavras de ordem, ficando cara a cara com o governador furioso, até mesmo na sua festa de aniversário.


O trabalho de conscientização da sociedade também tem acontecido nos nichos eleitorais dos deputados, o Mobilização dos Professores em Goiás organizou panfletagem na porta da sede da igreja Luz para os Povos, cujo dirigente, Fábio Souza, é deputado pelo PSDB. Os seguranças da igreja tentaram retirar os professores com violência, mas os próprios fiéis da igreja impediram. Outro caso é do deputado Francisco Júnior (PSD), líder da Renovação Carismática Católica, vaiado durante uma missa em que atacava os professores.

Também a mídia que tanto atacou os companheiros sofreu um revés, durante as chamadas ao vivo das emissoras os professores tem mostrado seus cartazes com palavras de ordem sobre a greve.

Nas Universidades também tem se montado debates sobre a Greve e a educação pública. Os cursos de licenciatura da UFG e UEG fizeram monções de apoio à greve. Inclusive, amanhã antes do show do Nasi (ex-Ira), no fechamento da Calourada da UFG, os professores terão cinco minutos de fala.

Agora é tempo de não temer de ir pra luta com todo vigor, vontade e determinação que os professores mostraram que são capazes. Devemos buscar maneiras variadas e efetivas de pressionar o governo. Ocupações, manifestações combativas esse deve ser o pensamento de cada educador que queira derrubar a medidas autoritárias de Marconi Perillo.

O SINTEGO trai novamente e a categoria resiste.
















Com tanta pressão e com medo do movimento ir tomando atitudes cada vez mais combativas o governo foi obrigado a chamar para negociar, em reunião que ocorreu no dia 05 (segunda-feira).

A reunião de negociação aconteceu às portas fechadas com o SINTEGO, o governador, secretário de educação e todos os deputados – chamados de última hora.

Um dia inteiro de reunião produziu um pequeno documento com uma proposta vaga, frágil de que os professores voltem às aulas para que daqui a 40 dias voltem as negociações. Sem contar que não falava nada na melhoria da situação caótica das escolas.

Através do SINTEGO, o PT aprovou tal proposta de desmobilizar a categoria por uma esmola, para, segundo eles, daqui algum tempo se pensar em lutar novamente. Isto tem um nome e é traição.

Quem defende essa proposta sabe muito bem o quão seria difícil mobilizar novamente a categoria para reivindicar seus direitos depois da Greve e, mais, o governo só chamou à negociação por estar acuado; a greve conseguiu fustigar sua imagem perante o povo, esse é o momento de pressionar mais!
Está claro que a reunião do dia 05 era de como acabar com a greve e, além disso, decidir quanto cada grupo partidário receberia para manter-se inerte.

Mas nem toda a estrutura e as manobras mais descaradas do SINTEGO foram capazes de diminuir o sentimento de revolta dos professores. Na Assembléia realizada ontem (08/03), pela manhã, o SINTEGO tentou manobrar de todas as formas: impedindo intervenções, atacando o grupo Mobilização com mentiras, usando o discurso do governo de que “os estudantes querem aula e o bom professor precisa voltar para o trabalho”, dentre outras atitudes grotescas.

Só que nada disso conseguiu superar a organização dos professores. O Mobilização espalhou cartazes por toda a Assembléia, com os dizeres “A greve continua!” e puxou a palavra de ordem que dizia “SINTEGO traidor! SINTEGO traidor!”. Os gritos chegaram a superar as caixas de som.

A votação foi quase unânime: A GREVE CONTINUA POR TEMPO INDETERMINADO!

 

MFPR.- 8 marzo a Palermo lavoratrici, precarie e giovani in corteo... tafferugli con la polizia al palazzo della Regione








"La vostra repressione non ci fa paura, la lotta delle donne sarà sempre più dura" hanno gridato con forza lavoratrici, precarie e disoccupate organizzate nello Slai Cobas per il s.c., le compagne del movimento femminista proletario rivoluzionario, le giovani del Collettivo Anillo de Fuego alla polizia in assetto antisommossa schierata davanti il palazzo della Regone dove sono >arrivate dopo avere attraversato in corteo le vie del centro storico.

Un corteo vivo e combattivo, diversi gli striscioni "Scateniamo la riBbellione delle donne", "Governo Monti/Fornero la doppia lotta delle donne contro il vostro futuro nero" le lavoratrici, "Contro precarietà, sessismo, sfruttamento ribelliamoci" le giovani

Forte denuncia e lotta contro le politiche governative e padronali di attacco alla condizione di lavoro e di vita, contro ministre alla Fornero che si riempiono la bocca di "tutele" per le donne ma poi nei fatti il governo emana provvedimenti scellerati come quello sulle pensioni che colpisce doppiamente le donne, si prepara ad attaccare l'art.18 mentre taglia le risorse per i servizi
sociali pubblici:

le lavoratrici della scuola contro il peggioramento delle condizioni di lavoro, che prevedono secondo le ultime manovre dei governi, Berlusconi prima e in continuità Monti, perfino l’esubero, la mobilità coatta e la cassa integrazione

le lavoratrici del Policlinico contro le assurde condizioni in cui si lavora negli ospedali a fronte dei massicci tagli ai posti di lavoro e alle risorse nella sanità

le precarie delle Coop Sociali che ogni giorno lottano contro la possibile perdita del posto di lavoro e una condizione di precarietà e sfruttamento che spesso nei confronti delle donne è appesantita da maggiori ricatti fino a gravi casi di molestie sessuali

le disoccupate in lotta per un lavoro, sempre più un miraggio in una regione come la Sicilia in cui il tasso di disoccupazione è tra i più alti del paese e le donne quando trovano un lavoro, se lo trovano! sono costrette a subire nella maggior parte dei casi ipersfruttamento e iperprecarietà

le giovani contro la mancanza di futuro sempre più precario e privo di certezze lavorative

Agli attacchi sul lavoro si sono però intrecciati anche tutti gli aspetti di oppressione che riguardano la nostra condizione di genere, le discriminazioni e le molestie sul lavoro, le sempre più frequenti violenze dentro e fuori casa, l'attacco al diritto alla libertà di scelta in materia di maternità

Tanti gli slogan ripetuti a gran voce ripetutamente

" la furia delle donne vogliamo scatenare, questo governo se ne deve andare"

" il posto di lavoro non si tocca lo difenderemo con la lotta"

"disoccupazione, precarietà e lutto pagherete caro pagherete tutto"

"contro governo e padroni 10, 100, 1000 rivoluzioni!

"con le licenziate solidarietà, rifiutiamo la precarietà!"

"essere mamma non è reato, non può finire tutto con un bambino nato"

" violenza sul lavoro, violenza familiare, questa società dobbiamo cancellare"

"il nostro diritto di scelta non si tocca, lotta, lotta, lotta"…

Scese in strada e in lotta anche in piena solidarietà con tutte le avoratrici, operaie licenziate o in cassa integrazione,con le donne immigrate che vivono condizioni di vera schiavitù.

Un pensiero particolare alle donne della Val Susa che anche in questo 8 marzo combattono contro il TAV , tra le bandiere rosse anche la bandiera NO TAV

Arrivate alla Regione il palazzo è stato preso "d'assedio" dalle tante donne che sin da subito hanno fronteggiato la polizia che con scudi e manganelli era schierata davanti al portone chiuso al loro arrivo.

E' stato chiesto con grande rabbia un incontro denunciando il marciume di politici e burocrati che ingrassano ogni giorno le loro ricchezze a discapito delle proletarie contro cui scaricano solo miseria, precarietà, disoccupazione, che in tempi elettorali "promettono", e come sono bravi!
in questo periodo in cui si avvicinano le elezioni del sindaco e company, ma poi alle parole non seguono mai fatti reali e concreti

Dinanzi all'atteggiamento di chiusura da parte del palazzo di interloquire con le lavoratrici gli animi si sono riscaldati, le donne strette in cordone hanno cominciato ad avanzare verso il portone, alcuni tafferugli con la polizia ma perseveranza delle donne nel voler ottenere di essere incontrate che hanno continuato a fare muro contro i poliziotti impedendo il passaggio degli
>impiegati e funzionari dall'interno, ad un certo punto un uomo in borghese che si è poi presentato come un ispettore di polizia ha intimato ai poliziotti di arrestare due lavoratrici, ne è seguito un parapiglia, le lavoratrici e le giovani hanno strappato le due donne dalle mani dei poliziotti e tutte insieme facendo ancora muro contro gli scudi dei poliziotti hanno cominciato
a gridare "vergogna, vergogna" "ma quale libertà ma che democrazia questo è uno stato di polizia"

Nessun cedimento delle donne presenti che alla fine grazie a questa determinazione, forza e coraggio hanno ottenuto un incontro per la prossima settimana.

Lavoratrici e giovani hanno concluso il presidio intonando con forza contro i poliziotti " la vostra repressione non ci fa paura, la lotta delle donne sara' sempre piu' dura!!!

Buon 8 marzo di lotta a tutte!!!

FLP.- EL 8 DE MARZO SE CONMEMORA EL DÍA INTERNACIONAL DE LA MUJER TRABAJADORA.






La burguesía y sus aliados han pretendido darle un contenido genérico a esta conmemoración. Burda banalidad. La clase y sus aliados rinde tributo y justo homenaje a la mujer no por su condición de género, sino por las condiciones en las que desenvuelve sus actividades cotidianas y que la ubica dentro del contexto de la clase explotada, oprimida y reprimida.

El día internacional de la mujer es un homenaje a la mujer trabajadora, a la mujer de la clase y de nuestro pueblo, sobre todo de aquella que aproxima sus manos a las manos de los obreros, campesinos y demás sectores explotados para empuñar las armas en la justa brega por destruir  todos los factores que la oprimen como mujer y sobre todo como componente de una clase explotada pero comprometida con la revolución.

¡VIVA EL 8 DE MARZO!
¡VIVA EL DIA INTERNACIONAL DE LA MUJER TRABAJADORA!
¡ROMPER LAS CADENAS, DESENCADENAR LA FURIA DE LA MUJER COMO FUERZA PODEROSA PARA LA REVOLUCIÓN!

miércoles, 7 de marzo de 2012

MFPR.- 8 marzo 2012... e poi diteci se non dobbiamo scatenare la furia delle donne




"Provate voi a stare per anni in piedi a una catena di montaggio, o piegate nelle fabbriche tessili, o in agricoltura; provate voi a soffrire di dolori in tutto il corpo...
Provate voi a correre a casa e lì ricominciare, perchè i servizi domestici, l'assistenza a figli, a...nziani sono scaricati su di te...
Provate voi a lavorare 60 ore alla settimana per questo doppio lavoro...
Provate voi a fare solo lavori precari che non si coniugano mai con la parola "pensione"...
Provate voi ad essere disoccupate... Provate voi ad essere licenziate perché in maternità...
Provate voi a subire discriminazioni... Provate voi a subire ricatti sessuali sul lavoro...
Provate voi a vivere in una famiglia con un marito/padrone che ti violenta e uccide...
Provate voi a sentire che chi ti ha stuprato è perdonato da questo Stato...
Provate voi...

E poi diteci, se non dobbiamo scatenare la furia delle donne!

PCE.- ¡DESARROLLAR LA PROTESTA POPULAR CON DIRECCIÓN PROLETARIA!





La lucha de la clase obrera y los pueblos del Ecuador contra las injusticias y por la revolución debe repotenciarse; pero en ese camino hay que tener claro a quién se está enfrentando, quiénes convocan y con qué objetivos, y hacia donde caminan las protestas populares.
En primer lugar. Hay que entender que en el Ecuador las formas demo-liberales de Estado y gobierno van desapareciendo, cediendo el lugar a formas fascistas, las mismas que son encabezadas por la cúpula de Alianza País bajo la dirección de Correa con el objetivo principal de profundizar el capitalismo burocrático en el Ecuador, lo que significa entre otras medidas, entregar en bandeja de plata las riquezas naturales a los monopolios extranjeros.  Quien, por miopía política o por oportunismo/revisionismo no logre comprenderlo, será aplastado por este sistema cada vez con más fuerza. Es el precio que actualmente están pagando algunos. Si varios años antes las marchas podían realizarse con relativa “libertad” , ahora es prohibido e incluso se las confronta con contra-marchas del gobierno (esto ya lo hizo en Guayaquil con los estudiantes universitarios, en el primero de mayo, con los estudiantes del Mejía, en fin existen marchas gubernamentales desde el 2007 que ya denotaban su fascismo) organizadas bajo un sistema corporativista (el corporativismo en muchas veces fue y es apoyado por el revisionismo de viejo y nuevo cuño); si antes los grupos políticos podían reunirse con relativa “libertad” ahora los aparatos de represión del viejo Estado están más activos que nunca siguiendo de cerca sus actividades a la espera del momento político más propicio y de la “orden superior” para actuar en contra de ellos; si antes las personas podían expresarse de alguna u otra forma contra los gobiernos públicamente, ahora eso les puede costar años de cárcel, grandiosas sumas de dinero y el desprestigio total; antes mal o bien eran las organizaciones gremiales quienes convocaban a las marchas contra los gobiernos por las reivindicaciones de los pueblos, ahora es el mismo Estado quien controla cuándo, por qué,  cómo y dónde se autoriza la realización de una acción reivindicativa de masas. El marco jurídico demo-liberal está destruido, ahora se impone la voluntad de las autoridades de la administración burgués-terrateniente en todos los niveles.
Todo esto es el fascismo, y no debemos engañar al pueblo: éste régimen no caerá con una que otra marchita como de una forma profundamente errónea lo ha planteado la presidenta de la UNE-Nacional al decir que la marcha del 8 de marzo es el “comienzo del fin del correísmo”; tampoco podrán “ganarle” las elecciones porque tiene controlado todo el aparato burocrático estatal incluido el “poder” electoral (y además porque ese no es el camino democrático del proletariado y el pueblo) y mucho menos la represión se detendrá con llamados de “auxilio” a organismos internacionales o nacionales de derechos humanos.  Este régimen fascista se proyecta aproximadamente hasta el 2018 en la persona de Correa, es decir con el fraude que preparan tiene otro periodo más. Este régimen fascista es parte de toda una corriente internacional, principalmente en América Latina, auspiciada por el imperialismo (EEUU y CHINA en colusión y pugna); corriente que la proyectan a lo largo de ésta década. Este régimen sólo comenzará a ser derrotado con el desarrollo de la protesta popular con dirección proletaria; con la acción armada de las masas revolucionarias y esto en las condiciones específicas de nuestro país no puede ser otra cosa que preparar, iniciar y desarrollar la Guerra Popular.
En segundo lugar, la lucha popular hay que reactivarla, pero una cosa es la lucha en función de las reivindicaciones del pueblo unidas a la lucha por la revolución y otra muy diferente utilizar  la lucha de las masas para el oportunismo electoral. (En Chimborazo, el gobernador Hermuy Calle, ex – MPD, hizo un pacto con el prefecto Mariano Curicama para que el 8 de marzo no se movilicen en la provincia a cambio de la jefatura política de Pallatanga entregada a su hermano Tomás Curicama, todo esto para que ambos entren a las comunidades con una que otra migaja de obras; es decir, Pachakutic en Chimborazo está dividido e incluso vendido al Gobierno. Se avizora más puestos para jefes y tenientes políticos de Pachakutic en Chimborazo, para que en las elecciones entren como candidatos, ¿y de eso qué dice Tibán? ¿Por qué no expulsan a los Curicamas y compañía que apoyaron el SÍ en la consulta de mayo 2011? Esa es la verdad, en el fondo lo que quiere la cúpula de Pachakutic es tener haciendas como las de Mariano Curicama.)
En tercer lugar, se convoca a la “Marcha Plurinacional por el Agua, la Vida y la Dignidad” por parte de organizaciones como la UNE, CONAIE, CUBE, entre otras. Si realmente la lucha se llevara a cabo por las reivindicaciones del pueblo y con dirección proletaria, sería entonces una jornada clasista de lucha contra el gobierno; pero lamentablemente el MPD, Pachakutic y Montecristi Vive la enturbian cuando tratan de aprovecharse de este justo reclamo popular para proyectar como candidato a la presidencia de la República a Alberto Acosta (ex – socio de Correa y burgués burocrático) y a oportunistas como Luis Villacís, Natasha Rojas, Lourdes Tibán y otros a asambleístas, concejales, prefectos, etc. El revisionismo en medio de la desesperación quiere hacer su campaña electorera por medio de marchas; de ahí saldrán sus cuadros oportunistas a la palestra pública. Es decir, de esta marcha saldrán las listas al 2013 así que se van a “sacar el aire por llevar gente” y también comienzan las negociaciones de los vende obreros por puestos y pactos electoreros.
En cuarto lugar, el gobierno demuestra con esplendor su carácter fascista y corporativista frente a las luchas anunciadas: por un lado lanza diversos operativos de represión y adoctrinamiento, y por otro lado monta una contra-marcha con los gremios que han sido cooptados por el Estado como son la FEUE filiales Ibarra, Quito y Cuenca; con asociaciones divisionistas paralelas como las Redes de Maestros de varias provincias, etc. El fascismo por medio de sub-secretarías, direcciones, Ministerio del Interior, el MIES, y otros entes estatales están llevando a la gente con el chantaje del bono, renovación de contratos u obras y el revisionismo con el chantaje de multas en las comunidades y seguro social campesino. Además el fascismo trata de manipular grotescamente una fecha combativa y clasista como el 8 de marzo para convocar a su marcha “Por el día de la Mujer y en Defensa de la Revolución Ciudadana”.
En este contexto general, hay que impulsar y repotenciar las luchas del pueblo, en los tres ámbitos que nos enseñaron los clásicos del Marxismo: lucha económica, lucha política y lucha teórica. Pero lógicamente debemos hacerlo con un norte revolucionario estratégico y no con fines oportunistas-electoreros.
Cuando hablamos de desarrollar la protesta popular con un norte revolucionario estratégico no nos referimos exclusivamente a una u otra marcha convocada sino a todo un proceso de luchas del pueblo en los tres ámbitos arriba señalados, principalmente con el campesinado bajo dirección proletaria.
Que el pueblo salga a luchar, definiendo al gobierno como fascista.
Que el pueblo salga a luchar, pero que luego no les dé el voto ni al MPD, Pachakutic, Montecristi Vive, ni a ningún partido de las clases dominantes o el revisionismo.
Que el pueblo salga a luchar, pero que exija consecuencia a quienes pretenden dirigir las luchas.
Que el pueblo salga a luchar, y que en medio de sus luchas se difunda y debata el programa de la Revolución de Nueva Democracia.
Que los campesinos salgan a luchar por la tierra, pero no por los proyectos de Ley de Tierras que proponen tanto Alianza País como el MPD-Pachakutic, sino bajo el programa democrático-revolucionario agrario: confiscación sin indemnización de las haciendas de más de 100 hectáreas, entrega gratuita de esas tierras a los campesinos pobres, entrega de las principales fuentes de agua a los pequeños y medianos campesinos productores  y por un gobierno de obreros-campesinos-intelectuales progresistas.
Que el pueblo salga a luchar contra el imperialismo yanqui y el social-imperialismo chino, contra sus proyectos mineros, petroleros y militares que remachan las cadenas de semi-colonialidad del Ecuador.
Que los obreros salgan a luchar, por alza general de salarios y que increpen a sus dirigencias sindicales vendidas a la patronal y al gobierno.
Que el pueblo salga a luchar y que en medios de estas luchas vayan surgiendo los nuevos líderes de las masas, honestos, sin intereses oportunistas electoreros.
¡COMBATIR A CORREA FASCISTA, LACAYO IMPERIALISTA!
¡DESARROLLAR LA PROTESTA POPULAR CON UN NORTE REVOLUCIONARIO ESTRATÉGICO!
¡NI CORREA, LUCIO, NOBOA, LASSO O ACOSTA, TODOS ELLOS REPRESENTAN A LAS DIVERSAS FACCIONES DE LAS CLASES DOMINANTES!
¡PREPARAR, INICIAR Y DESARROLLAR LA GUERRA POPULAR EN ECUADOR!
¡VIVA EL MARXISMO-LENINISMO-MAOÍSMO!

C.R.
PCE
05/03/2012

lunes, 5 de marzo de 2012

International Committee to Support People's War in India


Workers of the world unite!

WE SUPPORT THE INDIAN WORKERS AND POOR MASSES STRIKE OF
FEBRUARY 28th, 2012

WE DENOUNCE THE INDIAN REACTINARY REGIME THAT SACK THE NATURAL RISOURCES AND EXPLOIT WOMEN, MAN AND KIDS IN FACTORIES LIKE: TATA, ESSAR, JINDAL, MITTAL...

IN SUPPORT OF THE REGENCY CERAMICS WORKERS' AND THE ENTIRE PROLETARIAN IN INDIA AND ALL OVER THE WORLD THAT DEMONSTRATE AND FIGHT AGAINST THE BOSSES.

WE DENOUNCE AND CONDAMN THE GREEN HUNT OPERTION LED BY THE INDIAN ARMY AGAINST THE POOR PEASANTS WHO SUPPORT THE PEOPLE'S WAR GUIDED BY THE (MAOIST) COMUNIST PARTY OF INDIA.

International Committee to Support People's War in India 

MEPR.- ESTUDANTES DA PUC-MG ORGANIZAM A LUTA CONTRA O AUMENTO DAS MENSALIDADES




Após os alunos da PUC-MG, receberam a infeliz notícia do aumento de 9,8% na mensalidade, juntanto com antigas reinvididações como o pedido de renegociação das dívidas, matrícula dos inadimplentes, pelo aumento no valor das bolsas de pesquisas, atualmente irrisórios R$300,00, iniciou a organização da luta nas unidades da PUC em Minas Gerais.

No dia 1º de março, estudantes da PUC-MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais), unidade Coração Eucarístico fizeram duas grandes manifestações!

No turno da manhã : com a presença de alunos da PUC Contagem, Serro (5h de viagem), São Gabriel, entre outras, organizamos manifestação com aproximadamente 1000 estudantes. Os manifestantes percorreram por dentre os prédios, chamando cada vez mais alunos. No final, foi realizado uma rápida assembleia, convocaram os D.A’s e criaram uma comissão, reunindo com o pró-reitor. Além desta comissão de D.A’s e DCE, entidades oportunistas como ANEL (PSTU), UNE e a cadavérica UEE (PCdoB/PT/PCR), por quererem usar da luta para promoverem seus partidos, se incorporam a comissão. Alguns deles em nada ajudaram a organizar e mobilizar nesta luta, mas não perdem uma chance de levantarem suas bandeiras eleitoreiras.

Nesta reunião, como todas as cinco reuniões anteriores, o que foi falado pelo pro-reitor Renato, foi a mesma de todas as outras reuniões, muita conversa fiada, dizendo que iria fazer o intermédio para resolver nossos problemas. O problema é : não aguentamos mais reuniões insignificantes, e apontamos o caminho combativo e organizado para lutar se desenvolver e triunfar.No turno da noite foi ainda maior, na PUC Coração Eucarístico. Com a vinda de mais alunos de outras unidades da PUC, principalmente do São Gabriel, estudantes entoavam palavras de ordem, apitos, cartazes e adentraram a PUC. Foi feito o estilo arrastão de manifestação, cerca de 400 estudantes iniciaram o protesto a noite, e cada vez mais pessoas foram somando a luta, chegando ao auge cerca de 1200 pessoas, atravessando pelos prédios da universidade. No fim da manifestação, foi realizada novamente assembleia, desta vez, na rua em frente a PUC, onde foi definido nova manifestação, dessa vez mais combativa, no dia 13.

Enquanto os estudantes entoavam palavras de ordem mais radicalizadas como : “Reitor, tome cuidado, tem estudante revoltado”, “ocupa a reitoria” e “Ocupa a Via Expressa”, os oportunistas de plantão insistiam em pacificar a luta, inclusive o PSTU, querendo impedir que estudantes falassem no microfone durante a assembleia, deixando-o aberto apenas para eles mesmos e para a UNE.

Importante aqui, destacar a luta também, que houve no mês de fevereiro na PUC-São Gabriel, onde organizaram duas manifestações, em uma delas parando o Anel Rodoviário (BR 262), o que serviu de inspiração e exemplo para a luta no Coração Eucarístico e em outras.

Já na PUC Arcos, os estudantes estão em intensa luta, contra o previsto fechamento de seu campus!

Chamamos a todos os estudantes da PUC, a se organizarem nesta luta, de maneira independente de organizações eleitoreiras e bem combativa e organizada, para ser consequente! E que dia 13 de março, seja mais um dia de luta dos estudantes!

REITOR, TOME CUIDADO, TEM ESTUDANTE REVOLTADO!

PUC MERCENÁRIA, PARA DE BANCAR A HUMANITÁRIA!


Documento del OCBR.






¡Proletarios de todos los países uníos!





¡¡ABAJO EL SISTEMA CAPITALISTA Y SUS REFORMAS LABORALES Y CRISIS CRÓNICAS!!

¡¡HAY UN FUTURO MEJOR Y SE LLAMA REVOLUCION SOCIALISTA HACIA LA DEMOCRACIA PROLETARIA Y EL COMUNISMO!!

La alta capacidad productiva mundial, se manifiesta bajo el capitalismo en el fenómeno de la sobreproducción. Grandes cantidades de viviendas, locales, coches, vestidos, producidos irracionalmente en cantidades ingentes, por la necesidad de acaparación de ventas en las peleadas cuotas de mercado, nos dejan con una crisis deflacionaria, donde los precios han de bajar y los capitales quedan inmovilizados tanto en cuanto no se puede dar salida a una mercancía, que su nivel de consumo ha decaído ante la reducción de una demanda solvente.

No se puede ser necio y confundir el valor de las mercancías y su precio. De este modo las perdidas actuales de muchas empresas de las distintas ramas productivas se corresponden a las ingentes ganancias obtenidas en el periodo de las “vacas gordas”. En dicho periodo, se exprimió al máximo la fuerza de trabajo del currante y empresarios, banqueros, terratenientes, especuladores y rentistas, se repartieron unos beneficios que aun mantienen y disfrutan. Ahora, en época de baja productividad, nuevamente la crisis, los ajustes, los esfuerzos, vuelven a recaer en un proletariado, que ha sido capaz de producir sobradamente sus medios de vida, pero que esta despojado de ellos.

Lo verdadero en la producción capitalista, lo que no se quiere contar o incidir, es que el trabajador, no decide ni el que se produce, ni el como, ni el donde, ni el porque, ni tampoco tiene que ver con la distribución de la mercancía.

El capitalismo es crisis crónica. El gran maestro del proletariado, K. Marx ya había identificado este hecho científicamente en sus monumentales estudios que darían lugar El Capital, convirtiéndose esta en la obra de critica de economía política mas importante de la presente época.

Durante el boom económico del periodo 1995-2007, las plusvalías obtenidas por los burgueses se dispararon ante la subida de precios y ante este chollo ningún burgués quiso perder la oportunidad de ganar un buen dinero a través de la explotación de obreros. Consecuencia de esto son las alrededor de 6 millones de casas vacías que hay en el Estado Español, mientras el fantasma del desahucio visita los hogares de los trabajadores, de los que más de 5 millones se encuentran en paro.

Hemos trabajado mucho por salarios de miseria, hemos producido cantidades ingentes de plusvalía, y ahora se pretende que con la crisis de sobreproducción se mantenga ese nivel de explotación. De esta manera se rebajan o congelan salarios, se pretende que uno haga el trabajo de dos, se alarga la edad de jubilación y de cotización al régimen estatal de la seguridad social, se administran peores servicios médicos y peores medicamentos.

Ante ello, aparatos de liberados sindicales al servicio de la burguesía y apoyados por los comunistas-parlamentarista, los cuales van a su zaga, nos proponen en nombre de nuestra clase la conciliación nacional, la paz social y el dialogo entre clases, cuyo único resultado ha sido la perdida gradual de derechos laborales por parte de la clase obrera desde las ultimas conquistas economicistas dadas en la época del franquismo patronal desde los Pactos de Moncloa.

El imperialismo se apropia de los beneficios y socializa la miseria. Las fuerzas productivas ya están a un nivel que supera con creces la forma actual de relaciones de producción. La sobreproducción no se distribuye, prefieren destruirla, prefieren que productos del trabajo humano tales como las viviendas se deterioren por su inhabitabilidad que liberarlas, el capitalismo mientras se pasa hambre prefiere destruir los alimentos que no resulten ser muy competitivos en el mercado… Esto es normal el capitalismo funciona así y ha funcionado y funcionara de igual modo ya que se fundamenta el la competición de mercado, el trabajo asalariado y la plusvalía, la cual hay que mantener su tasa.

A estas alturas hemos de tener claro, que el capitalismo sustentado en el estado y su política rectora, no da lugar a falsas ilusiones. La situación para las miles de familias de obreros de la ciudad y del campo, no se pueden cambiar bajo falsas ilusiones que muestren al capitalismo como un sistema capaz de solucionar sus problemas. Solo la revolución socialista puede en estos momentos ofrecer una verdadera esperanza al proletariado de todos los países.

El proletariado objetivamente esta necesitado de la vía revolucionaria para quitarse de encima todo este sistema que le oprime, por ello se tiene que preparar para ello. Es necesario que los trabajadores tengan en cuenta que todos son miembros de una clase que maneja unos mismos intereses, fundamentalmente enfrentados a los intereses de sus explotadores. Estos intereses irreconcialibles han de ser llevados a su máxima expresión, con el empresario no cabe conciliación ni paz, porque la conciliación con ellos significa la derrota nuestra de hecho y la paz burguesa es la forma de mantener fácilmente un orden mientras practican la explotación. La paz de la burguesía se acaba cuando se ve amenazada la propiedad privada, la plusvalía y los privilegios de las clases dominantes. La rebelión esta justificada y esta apunta al camino revolucionario.
revolución o resignación a la dominación del capital, derechos burgueses o derechos obreros, esa es la cuestión.

Hemos de convencernos que las barreras del cambio revolucionario se deben a una crisis en la conciencia colectiva de clase en oposición a una cultura individualista de consumismo. Saber quienes somos, de donde venimos y a donde vamos, entender la importancia de las luchas del pasado y saber, que cuando una clase toma real consciencia de su posición, ve mas claro y es mas resolutivo en las acciones destinadas a cubrir sus intereses, que en definitiva se resumen en la necesidad de la revolución.

Los trabajadores en el Estado Español, luchan, mantienen grandes batallas contra la burguesía de modo reivindicativo económico, espontáneo e incluso político reformista, porque la lucha de los trabajadores también es política. Rara es la zona geográfica donde no se desarrollen importantes luchas justas del pueblo. Estas van desde las puramente sindicales, hasta las políticas: EREs, paro, suspensiones de pagos, en contra de las reformas laborales, desahucios, en contra de la política carcelaria, ante la sanidad, la educación, ciertos derechos democráticos, contra la iglesia, contra los grupos y bandas fascistas, contra el paro… Estas luchas nos indican que la lucha de clases esta viva, que los trabajadores del Estado Español responden ante la continua agresión. Pero esta forma de lucha de clases también nos demuestra la debilidad de los obreros en lucha, carentes de un camino determinante y resolutivo que de lugar a segar de raíz el motivo de sus eternas luchas sin un verdadero avance cualitativo.

Remitiéndonos a la experiencia de la lucha obrera revolucionaria, no es la acumulación de luchas de clase de carácter espontáneo lo que nos de la solución, sino la calidad de una lucha con una dirección política clara y consecuente, que sea capaz de aunar los esfuerzos en pos de dar una verdadera respuesta organizada de clase.

Atreverse a acabar con ellos es determinante y la clase obrera organizada con una estrategia revolucionaria determinada puede hacerlo.

Hemos de ser sinceros y no engañar a nadie, decimos con simpleza lo que estamos hartos de comprobar como clase históricamente hablando. No caben falsas ilusiones, la revolución no es un determinado interés de la clase obrera, es su necesidad y nosotros somos conscientes de ello de hay que estemos organizados como destacamento revolucionario de lucha de nuestra clase. Por ello nuestra determinación es la de llamar a los obreros del Estado Español a que analicen su historia de lucha como clase, a que analicen su posición de clase actual y a que vayan determinando sus necesidades.

De la consciencia de clase a la necesidad de la vía revolucionaria. Hoy como ayer y hasta sepultar el capitalismo, desechar falsas ilusiones ¡Salvo el Poder todo es Ilusión!

El capitalismo aun podrido como esta no se suicida hay que matarlo y enterrarlo, para que no sobreviva a todas las operaciones que se somete.

Lo importante no es la lucha económica determinada, no es la lucha de los trabajadores de la empresa en la que trabajo, no es la lucha de los parados, de los desahuciados, chabolistas o sin techo, de los trabajadores inmigrantes, de la asociación de vecinos de mi barrio o de una mancomunidad de aldeas o pueblos rurales, lo importante es entender que todas esas luchas son desarrolladas por el resultados de las múltiples contradicciones entre las clases que surgen en diferentes aspectos de la sociedad y que por ello lo determinante es la destrucción de ese poder económico-político que engendra por como funciona esas contradicciones de clase. Todas las luchas citadas son justas, legítimas, son fiel reflejo de la contradicción de clase y de la potencial capacidad de lucha de esta, pero por sus características no resuelve el problema, sino por el contrario lo mantiene.

No hay que temer destruir las viejas relaciones productivas, políticas y culturales, porque nosotros construimos las nuevas.


OCBR

MARZO 2012